Case técnico, Folha Soluções Ambientais
Tratamento de efluentes sem parar a operação
Como a Folha estruturou uma solução técnica de baixo custo para o tratamento de efluentes de uma indústria no litoral do Paraná. Com investimento inferior ao de uma ETE convencional e sem comprometer o licenciamento ambiental.

E quando o custo de uma estação de tratamento convencional não cabe no cronograma do licenciamento?
Uma indústria com unidade operacional no litoral do Paraná precisava avançar em regularização ambiental sem comprometer prazos, mas a estação de tratamento de esgoto convencional (ETE) tinha um custo de implantação incompatível com o orçamento e o cronograma do projeto.
Sem uma solução técnica validada, a continuidade do licenciamento junto ao IAT ficava em risco. A Folha foi acionada para estruturar um caminho técnico que resolvesse os três desafios do projeto ao mesmo tempo: custo, clima do litoral e conformidade com a Resolução CONAMA nº 430/2011.

O que você vai encontrar no case

- 01
Como estruturar um sistema de tratamento de efluentes de baixo custo, sem energia elétrica, produtos químicos ou geração de lodo
- 02
Como dimensionar o sistema para o clima do litoral paranaense, com médias acima de 1.900 mm/ano de chuva
- 03
Como a zona de raízes viabilizou o caminho técnico para a solicitação de licenciamento junto ao IAT, sem paralisar a operação
- 04
Que resultados uma solução técnica bem estruturada pode gerar em custo, prazo e conformidade ambiental

Treze anos acompanhando de perto o litoral do Paraná
- 13anos
- de atuação no litoral do Paraná
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- Presença local
- no litoral paranaense

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